O Óleo Essencial de Eucalipto Globulus (Eucalyptus globulus) do gênero Eucalyptus possui mais de 700 espécies, quase todas nativas da Austrália. Seu nome deriva do grego e significa "boa cobertura", em alusão a capa protetora cerosa que cobre os órgãos reprodutores da flor, e que logo depois cai e o deixa descoberto.
No Brasil, algumas espécies atingem até 60 m de altura e 7 m de circunferência. É uma árvore que cresce rápido, se adapta fácil e por isso é empregada para diversos fins.
A Aromaterapia é reconhecida e descrita pelo Ministério da Saúde, através da Portaria n. 1.988/2018, como uma “Prática terapêutica que utiliza as propriedades dos óleos essenciais para recuperar o equilíbrio e a harmonia do organismo visando à promoção da saúde física e mental.”, e a incluiu nos procedimentos e serviços especializados de Práticas Integrativas e Complementares (PICS) da Tabela de Procedimentos, Medicamentos, Órteses Próteses e Materiais Especiais do SUS e no Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES).
No Brasil os Óleos Essenciais não são considerados substâncias medicamentosas, eles são caracterizados e regulamentados pela ANVISA como aromatizantes naturais, dentro da categoria dos cosméticos. Seu uso dentro da Aromaterapia tem caráter de terapia complementar e não substitui a procura por um médico especializado para que este forneça orientações no caso de sintomas persistentes ou de reações adversas.
Apesar de 100% naturais e de alta qualidade, os óleos são concentrados e podem apresentar propriedades fotossensíveis, dermocausticas ou até mesmo causar alergias, demandando cuidados na utilização. A ingestão não é recomendada, a menos que indicado por um profissional da saúde e/ou aromaterapeuta qualificado. Óleos Essenciais devem sempre estar fora do alcance de crianças.